Hostages of a (still) orthodox economy.

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wiseagent3 days ago6 min read

This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

In an era where there are so many different ways to invest, saving money has become an act not only of intelligence, but also of rebellion (within a broader context, considering the class divisions that segregate society anywhere in the world). Much more than just saving money, it's also about making that money work for you, which implies the concept of the pursuit of financial freedom.

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However, we (and here I refer to Brazilian society, because that's where I can speak with authority) are still very much attached to the concepts, ideas, and thoughts of a type of economy that is still primarily orthodox and that still relies on banks (as physical structures) as its greatest representative. Although the entire digitization process already exists in relation to these same financial institutions, the "old book" still prevails.

Thinking and acting according to what is dictated by an economy that is already demonstrably obsolete is something that directly affects millions of Brazilians. In general, these are people who belong to two very specific groups: they do not yet have the more specific knowledge that is necessary to go beyond what is written on the instruction plate that is "imposed" on them by the system; they simply keep the conservative profile activated to avoid future losses.

The fact is that on both sides (albeit with different weights on the same type of scale) these people still see themselves as "hostages" within an economy that is being largely reshaped (albeit slowly on a more global scale) but which still "forges" a more expansive security scenario to guarantee the interests of these secondary investors. The political role within this context is also strong, and helps to keep this "prison" standing.

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Talking about financial education has never been as important as it is now, because the traditional economy is still acting in a predatory manner in the face of all the changes that are being presented to the general public. I know that this reality differs from one country to another, but traditionalism is literally something that costs society dearly, which, in fact, could be better at saving its own money (as well as earning more).


Rehenes de una economía (aún) ortodoxa.

En una época donde existen tantas maneras diferentes de invertir, ahorrar dinero se ha convertido en un acto no solo de inteligencia, sino también de rebeldía (en un contexto más amplio, considerando las divisiones de clase que segregan a la sociedad en cualquier parte del mundo). Mucho más que simplemente ahorrar dinero, se trata también de hacer que ese dinero rinda para ti, lo que implica el concepto de la búsqueda de la libertad financiera.

Sin embargo, nosotros (y aquí me refiero a la sociedad brasileña, porque es ahí donde puedo hablar con autoridad) seguimos muy apegados a los conceptos, ideas y pensamientos de una economía que sigue siendo principalmente ortodoxa y que aún se apoya en los bancos (como estructuras físicas) como su máximo representante. Aunque ya existe todo el proceso de digitalización en relación con estas mismas instituciones financieras, el "libro viejo" aún prevalece.

Pensar y actuar según lo dicta una economía que ya está demostrablemente obsoleta es algo que afecta directamente a millones de brasileños. En general, se trata de personas que pertenecen a dos grupos muy específicos: aún no poseen los conocimientos más específicos necesarios para ir más allá de lo que está escrito en la placa de instrucciones que les "impone" el sistema; simplemente mantienen activado el perfil conservador para evitar futuras pérdidas.

El hecho es que, en ambos bandos (aunque con diferente peso en la misma balanza), estas personas aún se consideran "rehenes" dentro de una economía que se está reconfigurando en gran medida (aunque lentamente a una escala más global), pero que aún "forja" un escenario de seguridad más amplio para garantizar los intereses de estos inversores secundarios. El papel político en este contexto también es importante y contribuye a mantener esta "prisión" en pie.

Hablar de educación financiera nunca ha sido tan importante como ahora, porque la economía tradicional sigue actuando de forma depredadora ante todos los cambios que se presentan al público en general. Sé que esta realidad difiere de un país a otro, pero el tradicionalismo es literalmente algo que le cuesta caro a la sociedad, que, de hecho, podría ser más eficiente ahorrando su propio dinero (además de generar más dinero).


Reféns de uma economia (ainda) ortodoxa.

Em uma época onde existem tantas e diferentes maneiras de fazer investimentos, guardar dinheiro é se tornou um ato não apenas inteligência, mas também de rebeldia (dentro de um contexto mais amplificado, considerando as divisões entre as classes que segregam à sociedade em qualquer parte do mundo). Muito mais do que apenas guardar dinheiro, fazer esse dinheiro trabalhar para você mesmo também, o que implica no conceito da busca pela liberdade financeira.

No entanto, nós (e aqui eu me refiro a sociedade brasileira, porque é onde eu posso falar com propriedade) ainda nos prendemos muito aos conceitos, ideias e pensamentos de um tipo de economia que ainda é, primariamente, ortodoxo e que ainda aposta nos bancos (enquanto estruturas físicas) como o seu maior representante. Embora já exista todo o processo de digitalização em relação a essas mesmas instituições financeiras, ainda prevalece o “livro de antiguidades”.

Pensar e agir de acordo com o que dita uma economia que já está comprovadamente obsoleta ainda é algo que atinge em cheio milhões de brasileiros. Em geral, são pessoas que fazem partes de dois grupos muito específicos: elas ainda não têm os conhecimentos mais específicos que são necessários para ir além do que está escrito na placa de instruções que lhes é “imposta” pelo sistema; elas simplesmente mantêm o perfil conservador ativado para evitar futuras perdas.

O fato é que em ambos os lados (ainda que com pesos diferentes em um mesmo tipo de balança) essas pessoas ainda se veem como “refréns”, dentro de uma economia que está sendo amplamente remodelada (ainda que a passos lentos no âmbito mais global) mas que ainda “forja” um cenário de segurança mais expansivo para garantir o interesse desses investidores secundários. O papel político dentro desse contexto também é forte, e ajuda a manter de pé essa “prisão”.

Falar sobre educação financeira nunca foi tão importante quanto agora, porque a economia tradicional está agindo de maneira ainda predatória diante de todas as mudanças que estão sendo apresentadas ao público em geral. Eu sei que essa realidade diverge de um país para o outro, mas o tradicionalismo literalmente é algo que custa muito caro para a sociedade que, na verdade, poderia estar guardando melhor o próprio dinheiro (assim como também ganhando mais).

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